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Amor sem Escalas

25 June 2012 26,596 views 0 Comentários

Fiquei um tempo off porque estava sem inspiração. Daí veio a TPM, um cálice de vinho, um filme magnífico e…adivinhem? A inspiração brotou…cá estou eu, pronta para escrever.

O título do post é o do filme: “Amor sem Escalas” com George Clooney. Caiu como uma luva para o momento “casal” que vivo atualmente. A história me fez refletir sobre todas as escolhas que fiz até hoje, todos os amores intensos, tudo que optei não viver e o que fui forçada a abandonar.

Já tive certeza que morreria por amor, já jurei amar, programei filhos, compras, casamento, viagens, mudanças radicais…enfim, decepcionei-me tantas vezes que não consigo lembrar um número nem mesmo aproximado. Hoje, com 33 anos, só tenho uma certeza: tudo é superável…as dores, que hoje parecem mortais, amanhã amenizam-se.

Voltando ao filme que trata basicamente de relacionamentos, afeto e escolhas, acredito que a maior mensagem que ele transmite é que ninguém é feliz sozinho…pessoas precisam de pessoas, afeto e carinho. O que nos faz levantar da cama nesses dias frios é o fato de termos um objetivo de vida e, acreditem, não é simplesmente ganhar dinheiro! Todos temos objetivos que, inevitavelmente, envolvem pessoas queridas…e nas horas de queda, é esse objetivo que nos faz levantar. Não adianta ter um excelente trabalho, obter grandes lucros se isso não beneficiará quem amamos. Ou melhor, se não tivermos alguém para amar.

O filme é bárbaro! Lembrei da evolução das minhas escolhas. No meu ponto de vista, evolui. Muito…mas não o bastante, ainda. Aos 15 anos queria encontrar um garoto que beijasse bem. Aos 16, alguém que transgredisse regras. Aos 17, um “moreno alto, bonito e sensual e que fosse a solução para todos meus problemas”.

Aos 18, alguém que dirigisse. Aos 19, alguém que estivesse na faculdade. Aos 20…bom aos 20 queria encontrar alguém que as minhas amigas aprovassem…E assim foi. Todos os meus preconceitos caíram por terra porque sempre que eu impunha uma condição aparecia alguém prá me contradizer.

Quando entendi que não existe regras, virei uma “simples mortal”: amores são tão necessários como respirar! Precisamos amar…sem regras, por favor! Fomos feitos para viver e conviver…hoje, valorizo muito mais um parceiro, alguém que entenda minhas escolhas e as etapas que vivo…tenho vários objetivos e um deles é continuar evoluindo, conhecendo e descobrindo os caminhos que escolhi trilhar.

Vale muuuito a pena assistir esse filme: reflexão pura!

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